Destaques Financeiros e Operacionais
- Faturamento: Crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.
- Entregas do Trimestre: Foram entregues 65 aviões (sete a mais que no ano anterior), marcando o melhor resultado para o período nos últimos 16 anos.
- Acumulado do Semestre: No primeiro semestre de 2026, a empresa já soma 109 aeronaves entregues, um salto de aproximadamente 20% em comparação às 91 entregas registradas nos primeiros seis meses de 2025.
- Carteira de Pedidos (Backlog): Atingiu o valor inédito de US$ 34,5 bilhões, um aumento de 16% na comparação anual, marcando o sétimo recorde consecutivo da companhia.
Desempenho por Segmento
- Aviação Executiva: Liderou os resultados com a entrega de 45 aeronaves (69% do volume total). A receita do setor foi de R$ 3,7 bilhões, uma alta de 19%.
- Defesa e Segurança: Arrecadou R$ 1,5 bilhão, um crescimento de 22% impulsionado pelo avanço na produção e entrega dos cargueiros KC-390 Millennium.
- Serviços e Suporte: Registrou receita de R$ 2,9 bilhões, uma alta de 11%.
- Aviação Comercial: Faturou R$ 3,2 bilhões, apresentando uma leve queda de 2% justificada pela valorização do real frente ao dólar. (O segmento dividiu com a Defesa a entrega de 20 aeronaves no trimestre).
Novos Contratos Impulsionam o Futuro
O resultado positivo é reflexo direto de uma série de acordos recentes fechados pela Embraer, especialmente durante o Farnborough International Airshow, importante feira aeronáutica realizada em julho na Inglaterra:
- Grupo Abra (Avianca e Gol): Acordo para a compra de 20 jatos E195-E2, com direitos de compra que podem elevar o pedido final para até 45 aeronaves.
- Azorra: Contrato envolvendo até 30 E-Freighters (versão cargueira da família E-Jets), sendo 20 pedidos firmes e opções para mais 10.
- Defesa (Saab): Acordo para a possível produção de 20 novos caças Gripen no complexo industrial de Gavião Peixoto, no interior paulista.
- Expansão Comercial: Anúncio de novos pedidos de jatos E2 pelas companhias europeias Binter e Luxair.
